Isabela

Ela foi minha advogada durante meu divórcio. Bonita… Hetero. E eu sempre respeitei muito mulheres hetero, já tive muitos problemas com heteros curiosinhas… Mas deixa isso pra lá, eu estava falando da Isabela.

Fomos nos encontrar num café na R pra acertarmos o final do processo. Ela comentou o motivo do meu divóricio: “ele só tinha ciúme de você com os caras, né? Com mulheres não…” Era isso mesmo, meu maridão tinha ciúme de caras, mas não de mulheres. Terminamos porque eu queria muito transar com outro cara… Dois, pra ser precisa… Mas a Isabela não queria ouvir histórias sobre caras, foi logo me cortando… “Ô Beth, essa coisa de ser bi, isso é legal como parece? Quer dizer, você nunca deve ficar sozinha, né?” Ah! Não era bem assim, muita gente criava muito caso… Eu particularmente me sentia até um pouco cansada, não sendo muito adepta de jogos e tal… E as pessoas jogam… “Beth…” – outra interrupção – “Como você soube que gostava de mulher?” Nem me lembrava, sempre tinha sido assim, desde antes de começar a gostar de sexo, já sabia que gostava de homens e mulheres. “Ah… Sei… Mas assim…” – olhar voluptuosamente interessado – “Eu tava sem nada pra fazer agora e queria falar disso com você. Fica chato a gente sair daqui e ir, sei lá, pra o seu apartamento, já que é pertinho?” Dei um sorrisinho… Chato nada! (Eu nunca vou achar chato uma mulher linda querendo ir pra minha casa, mesmo sabendo que é só bate-papo.

Fomos, ela se desmanchou no meu sofá, ela começou perguntando como tinha sido a primeira vez que beijei uma garota. Contei: colégio. E a primeira vez que transei com uma garota. Contei: casa de amigo, uma amiga minha… Mais curiosidade do que paixão. Ela tirou o paletó, fingiu que não percebeu que a alcinha da blusinha escorregou pelo ombro, fazendo o decote d

se aprofuntar. Não usava soutien (admiro mulheres que conseguem ficar sem soutien)… Ela me olhava fixamente, lambeu os lábios, mordiscou depois. “Beth, assim… Com mulher, como você faz pra descobrir que ela está afim?” Era um pouco complicado, muito raramente mulheres vão direto ao ponto. Eu particularmente preferia ser respeitosa e nunca avançar sinais ou interpretar demais… “Entendi… Então, se uma mulher quer te beijar ela… ela tem que pedir, é isso? Eu nunca pedi pra beijar alguém, sabia?” Fiquei quieta um instante… Ela provavelmente queria que eu a beijasse… Mas é HETERO! Se eu a beijasse, ia querer mais que beijo, talvez não acontecesse e seria bem frustrante… Ela me olhava, sorria… Corria o dedo pelo decote… Sorria… Me tragava com o olhar mais negro do mundo. Eu apenas respirava devagar pra manter o auto-controle.

“Você é meio devagar ou se faz de difícil, Beth?” Eu? Imagine! Sempre fui facinha e me orgulhei disso… Era que ela queria que u tomasse iniciativa, agora eu tinha certeza. Cheguei o rosto bem junto ao dela… Cheguei os lábios ao dela… Perguntei se queria que a beijasse. “Ai, Beth…” e ela mesma me beijou… Delicada, devagar, beijava mordendo meus lábios, passava a língua no meu queixo. A gente acabou se agarrando no sofá. Encaixei minha coxa entre as pernas dela… Ela gostou, prendia minha perna entre as virilha e requebrava… Gemia… Apertei seus seios, beijei, tirei sua blusa e a minha. “Nossa, como você é gostosa”. Sim, eu estava me sentindo muito gostosa mesmo por estar com aquela mulher, seminua, entre os braços, pegando meus peitos e meus cabelos. Ela tirou a calça e baixou minha saia. “Você não usa calcinha nunca?”, falava gemendo. Não… Eu nunca usava, gostava de andar sentindo vento entre as pernas… “Beth, você é tarada…” Shshshshs! Beijo… Abraços molhados… Pus a mão entre as pernas da Isabela, ela recuou um pouco… Assustada talvez… Eu queria que ela relaxasse… “Tá, é que é estranho…” Então, que fechasse os olhos; isso ela fez. Brinquei com a língua nos seus seios e fui descendo… Depois, na virilha… Ela gemeu, se arrepiou toda. Comecei a dar leves mordidinhas e então massageei o clitoris com a língua. Ela gemia mais alto, mais alto… Fiquei muito excitada, e me masturbei enquanto a chupava… Ela me segurava os cabelos… Me arranhou. A dor do arranhão e os gritinhos dela me deixaram mais excitada. Comecei a gozar e friccionei a língua pra fazer mais pressão… Passeia devagar onde a pele é mais lisinha… Ela gritou… e seus músculos  voltaram a relaxar… “Não tem homem que chupa como mulher”… é… eu não conhecia nenhum…

Tomamos banho juntas, ela me abraçava. Enquanto nos secávamos, “Você vai contar pro seu namorado, Beth?”. Só se ele perguntasse, era como eu fazia. “Sei… Ah, eu vou contar pro meu… Vai ser a primeira coisa que vou fazer quando chegar em casa”. Ri, já estava até imaginando porque é que ela ia fazer isso. “Beth… Se ele quiser te conhecer…”

Hahaha! O resto fica pra próxima.

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