Sou do tempo em q palito de picolé tinha promoção escrita enão garantia de q vem de madeira de reflorestamento… #RumoAos30
Beth numa tarde sépia…
Posted in Beth, Wellcome back with tags Elizabeth on 9 Agosto 2010 by ElizabethAmizade colorida é, definitivamente, meu tipo de relacionamento preferido
Posted in Noites da Beth with tags Renato on 7 Agosto 2010 by Elizabeth
Coisa tranqüila, divertida, agradável. Não rola estresse, cobrança, DR, encheção de saco, nada disso. Você liga pra pessoa, marca alguma coisa, encontra, fica conversando um tempo – contando as coisas, ouvindo histórias, rindo e bebendo. Às vezes rolam até umas opiniões, uns conselhos, umas discussões de idéias, tudo legal. Daí depois, você fica descansado, relaxado e dá vontade de dar uns beijos na pessoa que está ali, que por feliz coincidência também está afim de dar uns beijos. E você beija muito… Muuuuuito… Delícia! Vai tirando a roupa (essa é a parte que eu mais gosto: tirar a roupa pra um amigo colorido. A intimidade fresca dá uma puta sensação de conforto). Abraçar sem roupa, sentir o bico do seio roçar o peito de outra pessoa, uma das sensações mais excitantes. Sentir o calor da pele aumentar faz o sexo pulsar, é intenso! Aí precisa tocar o sexo da pessoa… Tocar com a mão, com a boca, com o sexo. E arder, nessa coisa que comumente a gente chama de trepar alucinadamente… Nossa… até me perdi do que estava falando.
O assunto era que é muito bom ter amigo colorido… Poder trepar com uma pessoa bem legal: teve uma vez em que uma amiga minha me contou uma conversa que teve com a mãe sobre homens – ela catava vários e nunca mais queria ver nenhum depois de pouco tempo. A mãe respondeu que o problema dela era que dormia com o inimigo. “Que tal você começar a dormir com uns amigos? Pode te fazer bem”. Não sei se ela fez isso, se concorda, mas sei que eu faço porque gosto – e se gosto, eu faço muito. Tenho uma porção de amigo colorido. Os que eu gosto mais são o Adriano e a Elis, que são casados, o Lucas, a Samanta, a Mariana, o Dyas e o Renato. Com uns rolou de transar uma vez só, com outros, várias. Mas com todos rola uma tensão sexual muito forte, além de deliciosas conversas que não acabam nunca. As vezes que fiquei com cada um deles foram sempre gostosas, eu fico com auto-estima boa quando encontro amigos coloridos.
Nessa semana que passou, saí com a Samanta, só uns beijinhos, conto dela logo mais… E muito assunto. Saí também com o Renato. E foi incrível, fazia mais de mês que eu não tinha uma noite tão boa! A gente se encontrou num bar, os dois super cansados da semana. “Sábado tinha que chegar logo, né, Elizabeth?” – O Renato só me chama pelo meu nome todo, Elizabeth. Era sim, sábado tinha de chegar que já tava farta de tanto estresse. E começamos a contar o que havia passado… Desvirtuamos a conversa pra putaria. Ficávamos paquerando umas garota gatinhas que passavam perto. Eu estava um sofá que havia no bar, as pernas descansando nas pernas dele. Algumas das gatinhas passavam olhando pra gente. “Ela tá te olhando, Elizabeth…”. Era nada, era pra ele que ela estava olhando. E blábláblá sobre garotas. Me excita um pouco falar com caras a respeito de garotas gostosas e o Renato gosta de falar. A gente tomava cerveja devagar, ouvia blues, ria, se tocava por cima das roupas sem muita discrição. Eu tava muito à vontade. No meio da conversa, ele se lembrou de me pedir o contato de algum revisor de textos pra publicar uma página na internet. Eu me ofereci pra ajudar: eu revisaria pra ele. É claro que não sairia de graça, mas pra ele eu trocava o serviço por sexo. “Nossa, muito bom porque isso eu tenho muito”. A gente pediu a conta, foi até a casa dele, que era pertinho do bar e começou a se pegar no elevador. E chegando no quarto dele, trepamos alucinadamente por um longo tempo. Fiquei de bruços, depois de quatro, depois, montada por cima dele. Adoro ficar por cima com ele. A gente trepou até minhas pernas se cansarem de tanto impulso. Vimos um filme, dormimos abraçados. De madrugada ele me acordou com umas encoxadas. Ele me pegou de ladinho até me dar um desejo absurdo de ficar por cima dele outra vez. Muito gostoso. Na manhã seguinte eu ainda tinha que trabalhar, levantei bem cedo, dei um beijo, fui embora.
Scarllet, pagando peitinho lindamente…
Posted in Delícia da Beth with tags Scarllet on 6 Agosto 2010 by ElizabethIsabela
Posted in Noites da Beth with tags Isabela on 31 Julho 2010 by ElizabethEla foi minha advogada durante meu divórcio. Bonita… Hetero. E eu sempre respeitei muito mulheres hetero, já tive muitos problemas com heteros curiosinhas… Mas deixa isso pra lá, eu estava falando da Isabela.
Fomos nos encontrar num café na R pra acertarmos o final do processo. Ela comentou o motivo do meu divóricio: “ele
só tinha ciúme de você com os caras, né? Com mulheres não…” Era isso mesmo, meu maridão tinha ciúme de caras, mas não de mulheres. Terminamos porque eu queria muito transar com outro cara… Dois, pra ser precisa… Mas a Isabela não queria ouvir histórias sobre caras, foi logo me cortando… “Ô Beth, essa coisa de ser bi, isso é legal como parece? Quer dizer, você nunca deve ficar sozinha, né?” Ah! Não era bem assim, muita gente criava muito caso… Eu particularmente me sentia até um pouco cansada, não sendo muito adepta de jogos e tal… E as pessoas jogam… “Beth…” – outra interrupção – “Como você soube que gostava de mulher?” Nem me lembrava, sempre tinha sido assim, desde antes de começar a gostar de sexo, já sabia que gostava de homens e mulheres. “Ah… Sei… Mas assim…” – olhar voluptuosamente interessado – “Eu tava sem nada pra fazer agora e queria falar disso com você. Fica chato a gente sair daqui e ir, sei lá, pra o seu apartamento, já que é pertinho?” Dei um sorrisinho… Chato nada! (Eu nunca vou achar chato uma mulher linda querendo ir pra minha casa, mesmo sabendo que é só bate-papo.
Fomos, ela se desmanchou no meu sofá, ela começou perguntando como tinha sido a primeira vez que beijei uma garota. Contei: colégio. E a primeira vez que transei com uma garota. Contei: casa de amigo, uma amiga minha… Mais curiosidade do que paixão. Ela tirou o paletó, fingiu que não percebeu que a alcinha da blusinha escorregou pelo ombro, fazendo o decote d
se aprofuntar. Não usava soutien (admiro mulheres que conseguem ficar sem soutien)… Ela me olhava fixamente, lambeu os lábios, mordiscou depois. “Beth, assim… Com mulher, como você faz pra descobrir que ela está afim?” Era um pouco complicado, muito raramente mulheres vão direto ao ponto. Eu particularmente preferia ser respeitosa e nunca avançar sinais ou interpretar demais… “Entendi… Então, se uma mulher quer te beijar ela… ela tem que pedir, é isso? Eu nunca pedi pra beijar alguém, sabia?” Fiquei quieta um instante… Ela provavelmente queria que eu a beijasse… Mas é HETERO! Se eu a beijasse, ia querer mais que beijo, talvez não acontecesse e seria bem frustrante… Ela me olhava, sorria… Corria o dedo pelo decote… Sorria… Me tragava com o olhar mais negro do mundo. Eu apenas respirava devagar pra manter o auto-controle.
“Você é meio devagar ou se faz de difícil, Beth?” Eu? Imagine! Sempre fui facinha e me orgulhei disso… Era que ela queria que u tomasse iniciativa, agora eu tinha certeza. Cheguei o rosto bem junto ao dela… Cheguei os lábios ao dela… Perguntei se queria que a beijasse. “Ai, Beth…” e ela mesma me beijou… Delicada, devagar, beijava mordendo meus lábios, passava a língua no meu queixo. A gente acabou se agarrando no sofá. Encaixei minha coxa entre as pernas dela… Ela gostou, prendia minha perna entre as virilha e requebrava… Gemia… Apertei seus seios, beijei, tirei sua blusa e a minha. “Nossa, como você é gostosa”. Sim, eu estava me sentindo muito gostosa mesmo por estar com aquela mulher, seminua, entre os braços, pegando meus peitos e meus cabelos. Ela tirou a calça e baixou minha saia. “Você não usa calcinha nunca?”, falava gemendo. Não… Eu nunca usava, gostava de andar sentindo vento entre as pernas… “Beth, você é tarada…” Shshshshs! Beijo… Abraços molhados… Pus a mão entre as pernas da Isabela, ela recuou um pouco… Assustada talvez… Eu queria que ela relaxasse… “Tá, é que é estranho…” Então, que fechasse os olhos; isso ela fez. Brinquei com a língua nos seus seios e fui descendo… Depois, na virilha… Ela gemeu, se arrepiou toda. Comecei a dar leves mordidinhas e então massageei o clitoris com a língua. Ela gemia mais alto, mais alto… Fiquei muito excitada, e me masturbei enquanto a chupava… Ela me segurava os cabelos… Me arranhou. A dor do arranhão e os gritinhos dela me deixaram mais excitada. Comecei a gozar e friccionei a língua pra fazer mais pressão… Passeia devagar onde a pele é mais lisinha… Ela gritou… e seus músculos voltaram a relaxar… “Não tem homem que chupa como mulher”… é… eu não conhecia nenhum…
Tomamos banho juntas, ela me abraçava. Enquanto nos secávamos, “Você vai contar pro seu namorado, Beth?”. Só se ele perguntasse, era como eu fazia. “Sei… Ah, eu vou contar pro meu… Vai ser a primeira coisa que vou fazer quando chegar em casa”. Ri, já estava até imaginando porque é que ela ia fazer isso. “Beth… Se ele quiser te conhecer…”
Hahaha! O resto fica pra próxima.
… após um longo e tenebroso inverno…
Posted in Beth, Noites da Beth with tags Wellcome back Beth on 23 Julho 2010 by Elizabeth… aqui vem a Beth outra vez, pra contar histórias da minha vida, da minha não vida… Coisas que aconteceram, sob a lua ou apenas sob os meus cabelos… ah… como for!
Bem, é hora de brincar!
Espero que quem por aqui passar se divirta… tanto quanto eu.
Em alguns instantes, vamos ter o twitter da Beth… É só esperar um pouquinho…












